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Enquanto os Beatles tiveram seu início em uma igreja, o Comitatus teve o seu em um jogo de futebol, quando Beto chamou Paulo Marcos para compor uma banda (na época chamava-se conjunto) que tocasse música dos Beatles. Paulo Marcos, é evidente, disse não, mas toca até hoje, e reclama até hoje da sua vontade não ter sido atendida. Tocamos também em inferninhos, mas nem strepteasers havia neles. 1976 - 1a FORMAÇÃO Carlos Alberto Heredia (Beto) - Guitarra e vocais Paulo Marcos Ragnole Silva - Baixo e vocais Paulo Teixeira (Paulinho) - Bateria e vocais
Firmamo-nos como banda da noite em 1979, no Calabar, ano em que a atual formação do grupo foi consagrada.
1979 - 7a FORMAÇÃO Beto - Guitarra e vocais Paulo Marcos - Baixo e vocais Morita - Bateria e vocais Eugênio - Guitarra Solo Hélio Padula - Teclado e vocais Esta última formação, após algumas variações e substituições, voltou consolidada em 1993 e continua até hoje. Já fizemos mais de 4.000 apresentações, cujo público variou de 6 (sim, só seis pessoas mesmo) até 30.000 pessoas. Este recorde foi atingido no Shopping Iguatemi de Campinas, em 1983. No ano de 2000, além de ganhar o concurso de melhor intérprete brasileiro dos Beatles, o Comitatus fez 12 shows em Liverpool. Foi uma prova de fogo tocar para uma platéia formada majoritariamente por ingleses. E, o mais interessante, por ingleses de Liverpool. Na cidade dos 4 fab, fizemos 16 apresentações em 2 anos seguidos. E realizamos o sonho de qualquer Beatlemaníaco: gravar em Abbey Road, no Studio 2, e beijar o solo sagrado em que os 4 cabeludos gravaram quase todas as suas músicas. Diante de 10.000 ingleses apaixonados por Beatles, o Comitatus sentiu que era possível, para uma banda de um remoto país tropical, interpretar o verdadeiro “quarteto mágico” e acender uma platéia inglesa. O nosso repertório não se limita apenas aos Beatles. Nossa homenagem se estende ao Rock das décadas de 60 e 70: Queen, Johnny Rivers, Monkees, Stones etc. Tentamos reproduzir da maneira mais fiel possível o som da época. Agregamos tecnologia digital aos nossos instrumentos para alcançarmos do timbre das guitarras da época, até os instrumentos de orquestra utilizados nas gravações originais. Tentamos também reproduzir os “barulhos” encontrados nos discos. Nunca atingimos nossa meta, até porque não temos nenhuma. Como conseguimos ficar unidos por 30 anos? Ninguém sabe a resposta. Talvez muito amor, muito carinho e muito chopp. Ou talvez uma vontade grande de não deixar esta homenagem se acabar. Uma coisa é certa: o apoio de nossos amigos e famílias foi fundamental para mantermos a chama acesa. |